Microrregional chega ao fim. Entre vitórias e derrotas, exemplos que marcam a história dos Jogos.

Publicado em 28/05/2018

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Foto (crédito): Dra. Fabrícia Ferreira/Arquivo pessoal.

Com números expressivos durante a execução da etapa microrregional do Programa Minas Esportiva/Jogos Escolares de Minas Gerais – JEMG/2018, chegamos ao fim de cerca de 6000 jogos disputados, 1806 escolas envolvidas e milhares de estudantes-atletas que conviveram, entre derrotas e vitórias, neste gigantesco programa esportivo-social do Governo de Minas Gerais. Evidente que seguir adiante na competição é um momento pra lá de especial, mas muitas histórias ocorridas durante as competições nas 49 cidades-sede ficarão marcadas para sempre.

Foto (crédito): Divulgação EPCAR.

Casos como os dos estudantes-atletas da modalidade de basquetebol que tiveram a oportunidade de jogar em um tapete vermelho, ou melhor, num piso utilizado nas Olimpíadas Rio 2016, no município de Barbacena. Uma sensação incrível pisar em um mesmo lugar que muitos astros do basquete pisaram, explica o estudante-atleta da EPCAR de Barbacena Tales Montechiari. Jogar nessa quadra só eleva nossa moral e nos incentiva a querer jogar ainda mais, evoluindo a minha qualidade técnica durante o jogo, completou. Da mesma sensação compartilha o estudante-atleta João Cézar Parreira. Querendo ou não, a qualidade do desempenho é elevada, agregada ao sentimento de pisar em um piso olímpico, destacou.

Neste espírito olímpico e de fair play, há de se reconhecer a atitude da professora e técnica Doutora Fabrícia Ferreira. Ao vencer a partida por 142 x 1 contra a E.E. Lima Duarte do município de Antônio Carlos, a professora deu um show de cidadania no momento em que reuniu a equipe de Antônio Carlos e consolou os jovens diante da derrota. Minha intenção era minimizar o efeito da diferença elástica no placar e incentivá-los a continuar a prática do basquetebol. Expliquei que eles estavam diante de uma escola que treina intensamente durante a semana e que estava em um nível técnico bem superior ao deles, ressaltou a professora. Tenho certeza que eles ficaram bem mais confortáveis, concluiu. São essas e outras atitudes que devemos compartilhar e multiplicar nesse universo do esporte escolar de Minas Gerais.

O JEMG prossegue, mas a lembrança da microrregional permanece, incentivando milhares de estudantes-atletas a conhecer o significado da palavra superação e, mais do que isso, sair de cabeça erguida para futuramente participar de uma nova competição. Competição que não existe por si só. São milhares de atores que fazem esse belíssimo espetáculo: estudantes-atletas, diretores de escolas, professores de educação física, árbitros, analistas educacionais das SRE, superintendentes regionais de ensino, representantes municipais, prefeitos, executores, FEEMG, Secretaria de Estado de Esportes e Secretaria de Estado de Educação. Enfim, uma gama de braços erguidos para elevar o esporte escolar e contribuir para o surgimento de novos talentos e futuros cidadãos. Minas Gerais: diálogo, equilíbrio e trabalho.

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